Disfunção erétil, o que devo fazer?

Um tema que vem recebendo uma crescente atenção é sobre a sexualidade, tanto na internet como também na literatura medica. Publicações sobre disfunção erétil e estimulante sexual vem crescendo desde 1950 e aumenta após da liberação sexual e o advento das pílulas anticoncepcionais em 1950. O surgimento de tratamentos para disfunção erétil via oral trouxe bastante curiosidade para essas questões.

Primeiramente disfunção erétil se caracteriza para incapacidade de ter e manter uma ereção para uma atividade sexual satisfatória. Estudos mostram que 52% dos pacientes entre 40 e 70 anos apresentam algum grau de disfunção erétil, estando associada também a outras doenças.

Visto que a viários tabus e restrições culturais, a uma grande complexidade quanto à questão da sexualidade e a aceitação da disfunção erétil, sendo ela uma consequência natural do envelhecimento, e tendo um baixo índice de procura medica, entretanto esse índice vem aumentando nos últimos anos, mas poderia ser ainda maior.

Primeiramente deve-se procurar um especialista não só para melhorar a qualidade de vida, mas também porque algumas doenças têm a disfunção erétil como seu primeiro sintoma. Artigos científicos ressaltam que a disfunção erétil é considerada um fator preventivo de doença coronária, isto é homens que apresentam dificuldades de ereção podem ter problemas nas artérias coronárias sendo capazes de evoluir para um infarto ou isquemia cárdica. ​

Disfunção erétil primária

Quando o homem nunca fora capaz de conseguir uma ereção. Representa aproximadamente 10% dos casos.
 Secundária
Quando o homem obteve ereções no passado, porém não pode tê-las atualmente. Este é tipo mais comum.
Situacional
Quando só consegue ereções em determinadas situações ou com determinadas pessoas. Por exemplo, consegue ereções adequadas extra-matrimonialmente, porém não consegue com sua parceira habitual, ou vice-versa. Um dos casos mais habituais ocorre quando da primeira relação com uma nova pessoa.

Total
Quando a falta de ereção é completa.

Parcial
Quando se produz certa ereção, porém não é suficiente para a realização do ato sexual.

Causas

  • Em primeiro lugar normalmente estão associadas a diabetes, colesterol elevado, hipertensão arterial, tabagismo e obesidade. Como também ao fator psicológico e algumas medicações que também podem afetar diretamente o desempenho sexual no homem.
  • Em segundo lugar outro aspecto está relacionado à deficiência de androgenia do envelhecimento masculino (DAEM), mais conhecido como “andropausa”.  A produção de testosterona pelos testículos declina com o avanço da idade, podendo causar a diminuição do desejo sexual e afetar a ereção e o déficit hormonal e outras alterações, como osteoporose, problemas de memória, depressão e fraqueza muscular.

Problemas no desempenho sexual masculino tem tratamento médico, ou seja, por meio de uma avaliação e do tratamento correto, podemos descobrir doenças ocultas e melhorar sua qualidade de vida e desempenho sexual.

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